Fundação: 1978
Localidade: Penamacor
Modalidades: Futebol e Futsal
Casa: Estádio Municipal de Penamacor / Pavilhão Gimnodesportivo Municipal de Penamacor
Situado em Penamacor, vila e sede de concelho, este clube nasceu da fusão das duas principais colectividades da terra, o Teatro Clube de Penamacor conhecido como o clube «rico» da vila, e o Clube Desportivo e Recreativo de Penamacor, designado como o clube «pobre». O nome inicial desta nova associação foi "Associação Cultural e Desportiva Penamacorense", no entanto como a colectividade não realizava atividades no campo cultural alterou o nome para apenas "Associação Desportiva Penamacorense", também conhecida pela abreviatura de Adep.
Antes deste clube ter sido fundado, o desporto na vila já tinha começado pela mão do CDR de Penamacor (um dos clubes cuja fusão deu origem a este), e nos anos 50 o futebol com a sua popularização geral como prática desportiva começou a despertar, naturalmente havia jovens da vila a jogar nos pelados contra as várias aldeias do concelho, mas nunca se estabeleceu uma equipa de futebol própria para competir. Com o surgimento da Adep em finais dos anos 70, o desporto jovem foi dos primeiros a aparecer, tendo este clube sido um dos primeiros do distrito a apostar nas camadas jovens.
O futebol federado sénior no entanto teria a sua estreia apenas na época de 1981/82, com a Adep a estrear-se no campeonato distrital da 2.ª divisão, assim se manteve em competição durante 3 épocas tendo abandonado em 1983/84, entretanto o clube dedicou-se apenas ao futebol de formação onde fez uma grande aposta em vários escalões tornando-se uma referência na região. O futebol sénior tem o seu regresso na temporada de 1997/98 (um ano após a construção do novo Estádio Municipal de Penamacor), e novamente na 2.ª divisão distrital, de onde o clube é promovido na época seguinte, tendo-se mantido no escalão principal durante vários anos, e cada vez com melhores resultados como o 3.º lugar em 20001/01, 4.º lugar em 2002/03 e 2003/04 ou o 2.º lugar em 2004/05. A glória chegaria na época de 2005/06 com a equipa penamacorense a sagra-se campeã distrital pela primeira vez na sua história, conquistando consequentemente um lugar na III.ª Divisão Nacional, patamar onde competiu depois durante 4 temporadas, até em 2009/2010 ser despromovida para os distritais.
O regresso da Adep ao campeonato distrital não podia ter sido melhor, com a equipa a sagrar-se novamente campeã em 2010/11, no entanto a falta de verbas por parte da Câmara Municipal de Penamacor, numa altura em que no país se vivia uma época de crise, fez com que a Adep tivesse não só de abdicar da subida à III.ª Divisão Nacional como também terminar com a equipa de futebol sénior. Apesar disso logo em 2012/13 o clube estreia-se com uma equipa sénior no campeonato distrital de futsal onde se mantém a competir até hoje, actualmente o clube tem uma grande aposta nas categorias de formação em futebol e futsal, e teve também uma equipa sénior de futsal feminino, factos que fazem da Adep um exemplo e uma grande referência desportiva, de Penamacor para todo o distrito de Castelo Branco.
terça-feira, 29 de maio de 2018
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Sport Lisboa e Águias do Dominguiso
Localidade: Dominguiso, Covilhã
Modalidades: Futebol
Casa: Campo de Futebol do Dominguiso
Situado na aldeia de Dominguiso, este clube nasceu no final da II.ª Guerra Mundial, no dia 28 de Outubro de 1945, fundado por simpatizantes do Sport Lisboa e Benfica, clube do qual se tornaria mais tarde uma delegação oficial. A data inicial da fundação do clube é 1 de Maio de 1938, mas por alguma razão, e talvez pela crise que a guerra causou ao interior do país, o clube tenha parado, e sido refundado anos depois.
O Águias do Dominguiso foi um ponto de encontro na localidade da qual é a principal coletividade, e a sua modalidade desportiva mais praticada sempre foi o futebol, com a equipa a disputar os seus jogos caseiros no Campo de Futebol situado perto da praia fluvial do Dominguiso. A prática de futebol a nível amador já vinha de à alguns anos, com a participação da equipa nos campeonatos do inatel, mas a incursão pelo futebol federado dá-se na época de 1967/68, com o clube a estrear-se no campeonato distrital, nesse mesmo ano a equipa termina no último lugar, e apenas regressa ás competições distritais quase dez anos depois.
O clube continuou a jogar, regressando ao campeonato do inatel, e mais tarde apenas em torneios regionais de futebol, até que na época de 1976/77 regressa ao distrital, desta vez com uma participação mais longa, competindo ininterruptamente até à temporada de 1982/83 quando abandonou o futebol, na altura a equipa jogava na 2.ª Divisão Distrital. Entretanto o futebol nunca morreu no Dominguiso, com os jogos populares, com o clube a dedicar-se também muito ao atletismo.
Mas uma das maiores ambições do Águias, era ter um pavilhão desportivo próprio, onde pudesse praticar outras modalidades e realizar as suas actividades com melhores condições, obra que se veio a concretizar, com ajuda do SL Benfica e da Câmara Municipal da Covilhã, foi assim que em 1999 se deu a sua inauguração oficial, uma obra ambiciosa dum complexo desportivo ao nível dos grandes clubes, com bancadas, balneários, iluminação, restaurante, um bar e sala de impressa, instalações que vieram a beneficiar e muito este clube e também a própria localidade.
Logo o futsal começou a fazer parte do Águias do Dominguiso, que ao longo dos anos vem organizando torneios todos os anos, para além disso o clube tem também equipas de camadas jovens a participar nos campeonatos distritais, quanto ao futebol a equipa continua regularmente a realizar partidas amigáveis contra vários clubes da região, e participa também em torneios locais.
quinta-feira, 24 de maio de 2018
Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de Penha Garcia | Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Penha Garcia
Fundação: 1980 | 2015
Localidade: Penha Garcia, Idanha-a-Nova
Modalidades: Futebol de 11 | Futsal
Casa: Campo de Futebol de Penha Garcia | Polidesportivo de Penha Garcia
Fundado na vila histórica de Penha Garcia, terra raiana a 480 m de altitude, o grupo surgiu como uma das primeiras coletividades populares na localidade, criado com o objectivo de realizar actividades culturais, recreativas e desportivas, aproveitando a presença do futebol que já vinha de décadas anteriores, o grupo logo criou uma equipa de futebol e começou realizar jogos amigáveis contra várias equipas de terras vizinhas, entre elas Termas de Monfortinho ou Monsanto.
Nos anos 80 a prática desportiva do clube, que ocupava a sede da Casa do Povo local, teve um auge com equipas de futebol não só de adultos mas também de crianças, que com a numerosa juventude que havia na altura faziam encontros contra outras terras, as cores do clube eram o preto e o vermelho, as mesmas usadas pela freguesia. Apesar do desporto ter estado sempre presente com os jogos amigáveis no campo de futebol, e mais tarde de futebol de 5 no ringue polidesportivo, o clube a par de outras atividades, dedicou-se nos seus últimos anos a provas de ciclismo e atletismo, até que or volta de 2011, entrou em inactividade após um vazio directivo.
O associativismo em Penha Garcia é depois colmatado, com a criação em 2012 do Pólo do Sporting de Penha de Garcia, dependente do Núcleo Sportinguista de Castelo Branco, numa iniciativa de um grupo de sportinguistas de Penha Garcia, que decidiu criar um meio de dinamização cultural, recreativa e desportiva na localidade, iniciando as suas atividades em 2013, o grupo logo teve uma grande adesão da população da vila, em atividades como provas de atletismo, jogos tradicionais e torneios de futsal, a direção iniciou depois contactos com o Sporting Clube de Portugal, com vista a este pólo ser reconhecido como um núcleo oficial, o que veio acontecer em 2015 com a criação do "Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Penha Garcia", registado como o núcleo n.º 263 do Sporting, e que desde do seu aparecimento tinha passado a tomar conta das atividades desportivas e culturais na vila, tendo entre outras modalidades continuado a organizar torneios de futsal que são já uma tradição desta nova colectividade, que é atualmente um dos principais dinamizadores de Penha Garcia.
Localidade: Penha Garcia, Idanha-a-Nova
Modalidades: Futebol de 11 | Futsal
Casa: Campo de Futebol de Penha Garcia | Polidesportivo de Penha Garcia
Fundado na vila histórica de Penha Garcia, terra raiana a 480 m de altitude, o grupo surgiu como uma das primeiras coletividades populares na localidade, criado com o objectivo de realizar actividades culturais, recreativas e desportivas, aproveitando a presença do futebol que já vinha de décadas anteriores, o grupo logo criou uma equipa de futebol e começou realizar jogos amigáveis contra várias equipas de terras vizinhas, entre elas Termas de Monfortinho ou Monsanto.
Nos anos 80 a prática desportiva do clube, que ocupava a sede da Casa do Povo local, teve um auge com equipas de futebol não só de adultos mas também de crianças, que com a numerosa juventude que havia na altura faziam encontros contra outras terras, as cores do clube eram o preto e o vermelho, as mesmas usadas pela freguesia. Apesar do desporto ter estado sempre presente com os jogos amigáveis no campo de futebol, e mais tarde de futebol de 5 no ringue polidesportivo, o clube a par de outras atividades, dedicou-se nos seus últimos anos a provas de ciclismo e atletismo, até que or volta de 2011, entrou em inactividade após um vazio directivo.
O associativismo em Penha Garcia é depois colmatado, com a criação em 2012 do Pólo do Sporting de Penha de Garcia, dependente do Núcleo Sportinguista de Castelo Branco, numa iniciativa de um grupo de sportinguistas de Penha Garcia, que decidiu criar um meio de dinamização cultural, recreativa e desportiva na localidade, iniciando as suas atividades em 2013, o grupo logo teve uma grande adesão da população da vila, em atividades como provas de atletismo, jogos tradicionais e torneios de futsal, a direção iniciou depois contactos com o Sporting Clube de Portugal, com vista a este pólo ser reconhecido como um núcleo oficial, o que veio acontecer em 2015 com a criação do "Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Penha Garcia", registado como o núcleo n.º 263 do Sporting, e que desde do seu aparecimento tinha passado a tomar conta das atividades desportivas e culturais na vila, tendo entre outras modalidades continuado a organizar torneios de futsal que são já uma tradição desta nova colectividade, que é atualmente um dos principais dinamizadores de Penha Garcia.
segunda-feira, 21 de maio de 2018
Sporting Clube do Fundão | Núcleo do Sporting Clube de Portugal do Fundão
Localidade: Fundão
Modalidades: Futebol de 11
Casa: Campo de Vale das Canas
O Sporting Clube do Fundão foi fundado no dia 30 de Outubro de 1926, tendo-se tornado a filial n.º 28 do Sporting Clube de Portugal a 3 de Dezembro do mesmo ano. No Fundão já nessa década tinha começado o interesse pelo desporto rei com outros clubes, onde se jogava em pelados nas redondezas, e juntamente com as outras equipas fundanenses, também o Sporting do Fundão se manifestou para a criação de um campo com melhores condições para a prática desportiva. Entretanto a equipa joga num campo situado no Caminho de Vale das Canas, na estrada em direcção à aldeia de Donas.
A equipa do Sporting do Fundão tornou-se uma das melhores da zona e ímpar pela sua qualidade, como um dos principais praticantes de futebol da localidade, o Sporting do Fundão era muitas vezes convidado para vários jogos com outros clubes, para além dos "derbys" que realizava localmente, o clube andou quase sempre pelo futebol amador dada a inexistência de competições oficiais. O terreno privado que regularmente era usado como campo de futebol por todos os clubes no Fundão, foi vendido pelo proprietário, tendo sido feito um campo perto do Seminário do Fundão, porém era muito pequeno e tinha poucas condições, havendo ainda a necessidade da construção de um novo campo.
Ficou na história como um dos dez clubes que em 1936 fundaram a Associação de Futebol de Castelo Branco, tendo o Sporting do Fundão participado na primeira edição do Campeonato Distrital de Futebol na época de 1936/37, uma época não muito feliz, em que por não ter campo próprio com condições para jogar, o clube viu-se forçado a disputar os seus jogos caseiros no campo de futebol da Covilhã, facto negativo que se reflectiu nos resultados, com a equipa acabar assim o campeonato no último lugar, depois disso o clube continuou a realizar outras atividades não tendo participado mais nenhuma vez no campeonato distrital, por um lado estava a frustração dos maus resultados obtidos e por outro a falta de um campo digno para jogar futebol.
O Sp. do Fundão continuou com cada vez menos fulgor, realizando apenas alguns jogos amigáveis, mas continuando ainda muito empenhado na criação de um campo de futebol com melhores condições, no entanto em 1941 o clube entra em dissolução, por causa da crise humana que adivinha da II.ª Guerra Mundial, tendo voltado ao ativo apenas em 1946 com o regresso das partidas amistosas de futebol. Em 1948 todas as equipas do Fundão foram prejudicadas, quando o terreno do Campo de S. Marcos o único na vila, foi vendido para a construção da Adega Cooperativa, isto levou a uma união de todos os clubes para a criação de um campo desportivo digno, que agora e mais do que nunca era necessário. Em consequência o Sporting ficou menos ativo desportivamente, apenas realizando jogos amigáveis como convidado de outras equipas visto não ter campo próprio.
Porém o clube acabou por ser extinto em 1955 após a sua fusão com outros dois clubes da então vila, nomeadamente o Sport Fundão e Benfica e o Hóquei Clube do Fundão, que se juntaram numa tentativa de agregar todas as modalidades e infraestruturas desportivas num único clube, maior e mais popular, tendo dado origem à Associação Desportiva do Fundão que se mantém até aos dias de hoje. O Fundão viu nesse mesmo ano ser finalmente inaugurado um campo de futebol, que viria décadas mais tarde a tornar-se no atual estádio municipal.
Fundação: 1994
Localidade: Fundão
Modalidades: Futsal
Casa: Pavilhão Francisco José Tavares
A presença sportinguista no Fundão é colmatada décadas mais tarde com a criação do "Núcleo Sportinguista do Fundão" em 1994, registado no Sporting Clube de Portugal como o seu núcleo n.º 140. O Núcleo do Sporting CP do Fundão participou na década de 90 em torneios de futebol de salão, nomeadamente nos anos de 1998, 1999 e 2000, modalidade que se constituiu como um enorme sucesso, tendo a equipa disputado a final no torneio de 1998 onde ficou em 2,º lugar.
O Núcleo foi crescendo e sendo mais frequentado, em termos desportivos já organizou e participou em diversas actividades, como torneios de sueca, matraquilhos, xadrez e futebol de 7, sendo o futsal a modalidade mais popular, com a equipa a participar em vários torneios na região.
sexta-feira, 18 de maio de 2018
Clube Desportivo de Póvoa de Rio de Moinhos
Localidade: Póvoa de Rio de Moinhos, Castelo Branco
Modalidades: Futebol de 11
Casa: Campo de Jogos de Póvoa de Rio de Moinhos
Nesta aldeia a 15 km de Castelo Branco, que é conhecida sobretudo por lá se situar a Barragem de Santa Águeda (popularmente chamada de "Marateca", onde corre o Rio Ocreza), começaram-se a dar os primeiros pontapés na bola na década de 50, com os jogos em campos pelados onde a juventude da terra se juntava para defrontar as equipas das terras vizinhas. Já nos anos 70 a equipa da Póvoa tinha uma constante participação em diversos torneios de futebol em Castelo Branco, contando com a presença no primeiro Torneio Inter-aldeias de sempre, realizado em 1975 e onde atingiu a final.
O futebol foi a base principal para que no ano seguinte surgisse a necessidade de legalizar o clube que já existia, e assim teve lugar a primeira reunião oficial do Clube Desportivo de Póvoa de Rio de Moinhos, cuja data da fundação é 29 de Abril de 1976. Logo o clube se federou na Associação de Futebol de Castelo Branco e fez a sua estreia no Campeonato Distrital de Futebol na temporada de 1976/77, o jogo de estreia oficial aconteceu ainda no antigo campo de jogos da terra, e teve como opositor o Unhais da Serra, com o qual a Póvoa de Rio de Moinhos empatou a três bolas.
Esta participação nos distritais durou 5 épocas, de 1976/77 a 1980/81, depois disso o clube dedicou-se apenas ao futebol popular, com o regresso ao torneio inter-aldeias já no ano de 1989. Ao nível federado a Póvoa teve ainda outras participações, com uma equipa no campeonato distrital de júniores na época de 1994/95. Entretanto é inaugurado o novo campo de futebol com balneários e bancadas, assim como a construção do polidesportivo que permitiu a vinda do futebol de 5, para além dos jogos amigáveis e participação em torneios, seguem-se novas incursões no inter-aldeias nos anos de 2001 e 2003.
Depois disso dá-se o tão esperado regresso ao futebol federado, com a Póvoa a participar no campeonato distrital na época de 2003/2004 na 2.ª Divisão, foram anos bons ao nível desportivo na aldeia, a equipa viria a conquistar o 2.º lugar em 2005/2006, nesse que foi o último ano da 2.ª Divisão, que por falta de equipas deixou de se realizar, com a equipa de Póvoa de Rio de Moinhos a ter de competir na 1.ª e única divisão distrital, nas épocas de 2006/07, onde chegou ainda à final da taça de honra, e 2007/08, a última antes de abandonar o futebol.
O clube entrou depois em inactividade no ano de 2009, e esteve parado durante alguns anos até ao seu regresso. Sendo este o único clube da terra, era de uma grande importância a sua presença activa na comunidade, com a realização de inúmeras atividades, o clube foi depois reactivado e o futebol regressou, com a participação no também renascido inter-aldeias em 2013, no qual a equipa chegou à final onde acaba por perder para o Salgueiro do Campo, seguem-se novas participações no torneio e com muito bons resultados, com a equipa a ser novamente finalista em 2014. No ano seguinte é o próprio clube que recebe e organiza o inter-aldeias tendo conquistado o 3.º lugar na prova, a sua última participação foi em 2016, onde não passou da fase de grupos.
Independentemente dos resultados o Clube Desportivo de Póvoa de Rio de Moinhos é um importante meio de desenvolvimento e convivo da sua terra, organizando atividades populares e recreativas, sendo um dos principais motores sociais da localidade, e já uma equipa conhecida no concelho.
domingo, 13 de maio de 2018
Casa do Benfica em Oleiros
Localidade: Oleiros
Modalidades: Futsal
Casa: Pavilhão Gimnodesportivo Municipal de Oleiros
Criada em 2007 como a Casa n.º 215 do Sport Lisboa e Benfica, sendo a Casa do Benfica mais recente do distrito de Castelo Branco, esta coletividade começou por realizar outras atividades de cariz mais popular, antes se iniciar no desporto.
O futsal aparece em 2008 como um projecto desportivo de dinamização de uma modalidade não muito presente na vila, e ainda dar oportunidade aos jovens, que por no concelho serem em reduzido número, não permitir a criação de equipas de formação na equipa de futebol de Oleiros, sendo assim o futsal é hoje a base da prática desportiva de muitos jovens oleirenses. Começou na época de 2008/09 com escolhinhas de futsal, tendo na época seguinte participado com uma equipa no Campeonatos Distrital de Infantis, inicialmente com futebol de 7 e depois com futsal, seguiram-se depois as equipas de iniciados e ainda de juvenis, esta última que se sagrou campeã distrital em 2016/2017, conquistando o primeiro título oficial da história da Casa do Benfica em Oleiros.
A Escola de Futsal da Casa do Benfica em Oleiros junta cerca de 40 participantes, desde as escolinhas até aos juvenis, numa importante aposta não só desportiva, mas também de formação pessoal, contribuindo para o desenvolvimento da juventude no concelho de Oleiros, e dando continuidade à equipa sénior.
No que toca a futsal sénior, a equipa estreia-se no Campeonato Distrital de Futsal em 2010/2011, numa grande aposta da coletividade em jogadores do concelho, tendo uma equipa inteiramente formada por jogadores oleirenses, na temporada de estreia a equipa fica-se por um modesto 5.º lugar a meio da tabela. A classificação veio a progredir com a afirmação do futsal da CBO, em 2011/12 fica em 3.º lugar e vai pela primeira vez ao play-off de campeão, onde acaba eliminada, nas temporadas seguintes destaca-se o inicio da luta pelos títulos que esteve perto de conquistar, na época 2013/14 a equipa chega pela primeira vez à final da Taça de Honra, e fica em 2.º lugar no campeonato com nova presença no play-off, em 2014/15 após um 1º. lugar na fase regular o Oleiros discute o play-off até ao final acabando por perder o campeonato para o Retaxo, na época seguinte a equipa marca presença no play-off do campeonato e na Taça de Honra onde é eliminada nas meias-finais. Em 2016/17 repete-se o 1.º lugar na fase regular do campeonato distrital, e a presença na final do play-off de campeão, que o Oleiros deixa escapar novamente para o Retaxo.
Depois de alguns anos com bons resultados e exibições, chega o primeiro troféu, mas não numa competição distrital, quando em 2017 a Casa do Benfica em Oleiros se sagra campeã mundial de futsal no 4.º Torneio de Casas do Benfica que ocorreu no pavilhão do Estádio da Luz, a formação de Oleiros foi a campeã de entre mais 10 outras equipas de filiados benfiquistas, uma distinção que muito honrou e o espalhou o nome desta casa.
A temporada 2017/18 fica na história do clube, que finalmente conquista um merecido primeiro titulo oficial, com a conquista da Taça de Honra, onde bateu na final o Carvalhal Formoso, depois de ter feito uma surpreendente eliminação do favorito Ladoeiro nas meias-finais, o mesmo já não aconteceu no play-off do campeonato, com Oleiros e Ladoeiro a discutir o titulo na final, mas com o titulo a escapar para o adversário.
A equipa sénior de futsal é actualmente uma das que à mais tempo compete no Campeonato Distrital de Castelo Branco, e com mais reconhecimento, estando sempre na luta pelos títulos em que participa, continuando a dinamizar o futsal em Oleiros.
domingo, 6 de maio de 2018
Clube Desportivo das Minas da Panasqueira | Clube dos Amigos da Panasqueira
Fundação: 1955
Localidade: Barroca Grande (Aldeia de S. Francisco de Assis), Covilhã
Modalidade: Futebol de 11 e Futsal
Casa: Campo de Jogos da Barroca Grande / Pavilhão António Urgeiro
Situado na aldeia do "couto mineiro", onde fica um dos pólos mais importantes das Minas da Panasqueira, este clube foi nos seus tempos áureos, o local de diversão da população e dos milhares de mineiros que residiam na Barroca Grande, e semelhante ao clube vizinho da aldeia de Panasqueira, também o verde e branco eram as suas cores. Foi fundado na década de 50 como "Grupo Desportivo dos Trabalhadores das Minas da Panasqueira", e surgiu também ele muito associado ao hóquei em patins que na altura era um desporto muito popular em Portugal, a equipa chegou a vencer vários títulos e a participar na II.ª Divisão Nacional, tendo dali saído jogadores que representaram equipas a nível nacional, e cujo pavilhão desportivo tem o nome de um desses jogadores formados lá formados, sendo o hóquei uma modalidade que deu muita fama ao clube.
Mas no que ao futebol diz respeito não menos gloriosa foi a existência da sua equipa, logo que criado, o clube estreia-se no campeonato distrital de Castelo Branco na época de 1955/56, onde depois compete durante vários anos, tendo em 1957/58 participado também como representante da AFCB na III.ª Divisão Nacional, o mesmo acontece nas épocas de 1960/61 e 1961/62, mas nestas devido ao campeonato distrital não se realizar por falta de equipas, facto que leva o clube das Minas da Panasqueira a competir depois também no campeonato da FNAT (antigo Inatel), onde abundavam na sua maioria equipas de trabalhadores de empresas da região.
De regresso ao campeonato distrital em 1968/69, o clube vence a competição em 1970/71, regressando à III.ª Divisão Nacional, desta vez como campeão distrital, apesar da equipa descer logo na época seguinte, a participação dos "mineiros" no distrital dura ininterruptamente até à sua última presença na época de 1983/84, dedicando-se depois ao futebol jovem, numa altura de crise nas minas e no próprio clube, que era também ele do povo.
A coletividade continuou nos anos seguintes com altos e baixos, realizando outras atividades, e em 2005 o clube participa no campeonato distrital de futsal onde competiu até à temporada de 2008/09, recebendo obras no seu pavilhão. Atualmente continua a ser o clube mais importante da sua freguesia e a principal coletividade da Barroca Grande, com os mineiros a fazerem ainda parte do seu presente.
Fundação: 1938
Localidade: Panasqueira (S. Jorge da Beira), Covilhã
Modalidade: Futebol de 11
Casa: Campo de Jogos da Panasqueira
Localizado na terra que deu nome ás tão conhecidas minas, o Clube dos Amigos da Panasqueira é desde 2000, a nova designação do histórico Clube Recreativo das Minas da Panasqueira, o clube dos mineiros que chegou a ser umas das mais populares colectividades da sua zona.
Nas décadas seguintes a mina atravessou várias crises, sofrendo um decréscimo muito significado de operários em relação a outros tempos, isto levou a que a Panasqueira e as restantes aldeias em redor perdessem população e consequentemente serviços, terras que deveram muito do seu desenvolvimento à existência das minas. O clube entrou em inactividade com a mudança da empresa que explorava as minas e após um fatídico incêndio ocorrido no ano de 2000, que se alastrou na sua sede e destruiu muito do seu património, o clube reergueu-se com a ajuda do povo e da Câmara Municipal da Covilhã, e agora sob uma nova designação mais ligada à própria aldeia e não tanto aos mineiros, tornou-se num espaço moderno com óptimas instalações ao serviço da comunidade sendo um ponto de encontro com várias actividades recreativas, tendo ainda um polidesportivo para encontros esporádicos de futsal.
Localidade: Barroca Grande (Aldeia de S. Francisco de Assis), Covilhã
Modalidade: Futebol de 11 e Futsal
Casa: Campo de Jogos da Barroca Grande / Pavilhão António Urgeiro
Situado na aldeia do "couto mineiro", onde fica um dos pólos mais importantes das Minas da Panasqueira, este clube foi nos seus tempos áureos, o local de diversão da população e dos milhares de mineiros que residiam na Barroca Grande, e semelhante ao clube vizinho da aldeia de Panasqueira, também o verde e branco eram as suas cores. Foi fundado na década de 50 como "Grupo Desportivo dos Trabalhadores das Minas da Panasqueira", e surgiu também ele muito associado ao hóquei em patins que na altura era um desporto muito popular em Portugal, a equipa chegou a vencer vários títulos e a participar na II.ª Divisão Nacional, tendo dali saído jogadores que representaram equipas a nível nacional, e cujo pavilhão desportivo tem o nome de um desses jogadores formados lá formados, sendo o hóquei uma modalidade que deu muita fama ao clube.
Mas no que ao futebol diz respeito não menos gloriosa foi a existência da sua equipa, logo que criado, o clube estreia-se no campeonato distrital de Castelo Branco na época de 1955/56, onde depois compete durante vários anos, tendo em 1957/58 participado também como representante da AFCB na III.ª Divisão Nacional, o mesmo acontece nas épocas de 1960/61 e 1961/62, mas nestas devido ao campeonato distrital não se realizar por falta de equipas, facto que leva o clube das Minas da Panasqueira a competir depois também no campeonato da FNAT (antigo Inatel), onde abundavam na sua maioria equipas de trabalhadores de empresas da região.
De regresso ao campeonato distrital em 1968/69, o clube vence a competição em 1970/71, regressando à III.ª Divisão Nacional, desta vez como campeão distrital, apesar da equipa descer logo na época seguinte, a participação dos "mineiros" no distrital dura ininterruptamente até à sua última presença na época de 1983/84, dedicando-se depois ao futebol jovem, numa altura de crise nas minas e no próprio clube, que era também ele do povo.
A coletividade continuou nos anos seguintes com altos e baixos, realizando outras atividades, e em 2005 o clube participa no campeonato distrital de futsal onde competiu até à temporada de 2008/09, recebendo obras no seu pavilhão. Atualmente continua a ser o clube mais importante da sua freguesia e a principal coletividade da Barroca Grande, com os mineiros a fazerem ainda parte do seu presente.
Localidade: Panasqueira (S. Jorge da Beira), Covilhã
Modalidade: Futebol de 11
Casa: Campo de Jogos da Panasqueira
Localizado na terra que deu nome ás tão conhecidas minas, o Clube dos Amigos da Panasqueira é desde 2000, a nova designação do histórico Clube Recreativo das Minas da Panasqueira, o clube dos mineiros que chegou a ser umas das mais populares colectividades da sua zona.
Fundado em 1938, e com sede na aldeia de Panasqueira, local onde se situa uma das principais minas de volfrâmio da Europa, foi criado para empregados e operários das minas, devendo-se ao esforço de muitos, especialmente do Engº Joaquim de Sousa Birne, que fizeram nascer assim o "Clube Recreativo e Desportivo das Minas da Panasqueira". Logo que instalada começou a funcionar com uma sala de jogos diversos, como bilhar,
ping-pong, damas, dominó, etc, sendo frequentada maioritariamente por empregados e operários das minas, que perfaziam grande parte dos cerca de 3 mil habitantes que havia na freguesia, desenvolvimento gerado em torno das minas. O clube muda depois o nome para "Clube Recreativo das Minas da Panasqueira" removendo o "Desportivo" da sua designação, para não ser confundido com o clube da Barroca Grande (onde ficava a outra mina).
Nos anos 40 e em pleno auge da sua laboração (em consequência da II.ª. Guerra Mundial), é construído um cinema e um ringue de patinagem na Panasqueira, assim como a construção do campo de futebol e de uma piscina. O clube organizou sempre grandes jogos de futebol com diversas equipas, desde encontros com aldeias vizinhas, até partidas entre empregados portugueses e empregados ingleses, do pais da empresa que geria as minas, a "Beralt Tin and Wolfram". A principal actividade desportiva do clube da Panasqueira acabou por se tornar o hóquei em patins, onde a equipa chegou aos campeonatos nacionais, e teve ainda actividade por muitos anos.
Nos anos 40 e em pleno auge da sua laboração (em consequência da II.ª. Guerra Mundial), é construído um cinema e um ringue de patinagem na Panasqueira, assim como a construção do campo de futebol e de uma piscina. O clube organizou sempre grandes jogos de futebol com diversas equipas, desde encontros com aldeias vizinhas, até partidas entre empregados portugueses e empregados ingleses, do pais da empresa que geria as minas, a "Beralt Tin and Wolfram". A principal actividade desportiva do clube da Panasqueira acabou por se tornar o hóquei em patins, onde a equipa chegou aos campeonatos nacionais, e teve ainda actividade por muitos anos.
Nas décadas seguintes a mina atravessou várias crises, sofrendo um decréscimo muito significado de operários em relação a outros tempos, isto levou a que a Panasqueira e as restantes aldeias em redor perdessem população e consequentemente serviços, terras que deveram muito do seu desenvolvimento à existência das minas. O clube entrou em inactividade com a mudança da empresa que explorava as minas e após um fatídico incêndio ocorrido no ano de 2000, que se alastrou na sua sede e destruiu muito do seu património, o clube reergueu-se com a ajuda do povo e da Câmara Municipal da Covilhã, e agora sob uma nova designação mais ligada à própria aldeia e não tanto aos mineiros, tornou-se num espaço moderno com óptimas instalações ao serviço da comunidade sendo um ponto de encontro com várias actividades recreativas, tendo ainda um polidesportivo para encontros esporádicos de futsal.
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